domingo, 13 de abril de 2014

Avenida Ibijau







                                                                 

Victor com os seus pais Maria e Marcelino, em 1957.
A família Santos morou durante muitos anos na casa de número 233, na  Avenida Ibijau.

foto enviada: Victor Santos

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Lya Luft




                                                           












Momento especial.

Meus netos Enrico Guido, Luca Benjamin ,Theodora e o vovô Arthur.

                                                                 

um vovô estrela no céu

sábado, 5 de abril de 2014





                         Ficou faltando ...
                                                                 


Em algum momento na travessia do rio João de Tiba, enquanto via o mar ao longe com os recifes separando a água doce da salgada, algo passou no meu pensamento e viajei nas lembranças listando o que deixei de fazer em minha vida… Ficou faltando ter mais filhos, aprender a andar de patins e mergulhar de cabeça numa grande piscina, ser peregrina no caminho à Compostela e casar vestida de noiva… Descer num esqui de alguma montanha com neve, serhabituée de uma academia de ginástica e malhar muito… Aprender a tocar algum instrumento, ter aulas de balé,  ficar na ponta do pé, sapatear e rodopiar divinamente em aulas de dança de salão… Não vai dar mais prá ser atleta de qualquer modalidade, nem fazer uma longa viagem de veleiro, cruzando mares e descobrindo outros mundos… Vai ficar difícil descer de para quedas ou voar de asa delta, pegar uma grande onda ou andar de skate…
Mas ainda posso aprender a cozinhar, a ser uma melhor costureira e conhecer novos pontos de crochê… Posso aprender novos programas de computador, ler mais livros, meditar ao ponto de quase flutuar… Ainda tenho tempo prá entender mais sobre coisas simples como fazer uma melhor compostagem de resíduos sólidos no quintal, identificar espécies de pássaros como um azul turquesa que tem aparecido pelo jardim e não sei o nome… Posso montar uma bela coleção de orquídeas, quem sabe também uma de bromélias… Caprichar nas colchas de retalhos, ser paciente, ouvir mais e interromper menos… Não querer chegar logo ao final da frase, respirar, beber muita água, mastigar no mínimo 50 vezes antes de engolir e andar de bicicleta todos os dias… E ainda posso até usar um all star cor de rosa com o do Zé Wilker, pois que se dane o mundo eu quero ser feliz enquanto estou aqui…
Em tempo : este tênis all star rosa passa a ser referencia minha vida… Wilker partiu aos 66 anos na vida corrida…


Léa Penteado


Memórias, reflexões e pensamentos de uma jornalista

leapenteado.com

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Não tive  o prazer de conhecer o Wilker, a única referência de sua personalidade são os tênis rosa allstar, tenho que dizer que o  escrito da Léa Penteado é maravilhoso, dá esperança para seguir curtindo pequenas coisas que a vida coloca ao nossos pés e não somos capazes de descer os olhos para ver e aproveitar tudo de bom que ainda temos.

Santiago Férnandez, de Barcelona








segunda-feira, 31 de março de 2014




as flores ...do meu caminho!


                                                                           

sábado, 29 de março de 2014





Para os meus filhos Arthur, Thiago e Fabio.

As lindas flores do meu caminho...para enfeitar um tantinho o caminho de vocês!



                                                                     

sexta-feira, 28 de março de 2014

Almoço no Shopping Ibirapuera


 Fernando Carvalho almoçando com sua mãe  a sra. Irany no Andiamo, no Shopping Ibirapuera



                                                                           

Fernado disse que sua mãe aos 94 anos tem bom humor e muito apetite!

sexta-feira, 21 de março de 2014

Avenida Ibirapuera, década de 70



                                        Estátua do King Kong em frente ao Shopping  Ibirapuera\ década de 70
Minha mãe Léa com meus irmãos  Cássio e Glauco
                                   

Shopping Ibirapuera 

Meu pai Tércio Lemenhe de Oliveira em frente ao supermercado Argênzio, na Avenida Ibirapuera



fotos enviadas por Laércio  Pereiera de  Oliveira
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É Laércio...nessa você foi longe! Me lembro muito bem...tanto do Shopping (fui na inauguração) quanto do King Kong,  também do Argenzio(minha mãe adorava)... agora, de vocês...jamais vou esquecer! Glauco foi meu companheiro de classe por anos...pelo menos 8... Laércio estava mais adiantado...
Quero deixar um beijo enorme pra familia Oliveira... que eu tenho uma grande estima!
É Mai ...essa Moema tem realmente histórias pra contar... Bjs

Regina Cordovil
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Estudei com o Glauco na mesma turma da Re e se não me engano vocês moravam em frente da Patricia. Que fotos Laércio... bjs

Marta Ovando Obara

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Quando o Argenzio abriu os meus pais passaram a ir  só de vez em quando no Mercado Municipal, pois pela primeira vez o bairro passou a ter um supermercado, também com produtos especiais, diferenciados. Lembro bem de ir aos sábados com o meu pai comprar queijo parmesão ralado na hora e azeitonas pretas.
Obrigada Laércio, abraços

Márcia Ovando
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Boas lembranças e o melhor de tudo é que vendo essas fotos tenho a sensação de ter ido outro dia mesmo na inauguração do Shopping Ibirapuera.
Muito bom.
Ana Maria
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domingo, 16 de março de 2014

Um pedacinho de Moema em Barcelona



Na Rua Embaixador Ribeiro Couto em  Moema, algumas vezes eu Santiago morador da casa de número 132 e a Marta moradora da  casa de número 152  batiamos papo, ou melhor dizendo falavamos horas e horas sobre nossas  vidas e muitas vezes filosofavamos de como arrumar o mundo com a inocência e a ilusão da idade, até que  as mães zangadas pela demora, chamavam para o jantar.
Aos  18 anos  eu tive que voltar com a minha familia   para a Espanha, deixando o bairro de Moema que tanto amava.As inocentes e  maravilhosas conversas ficaram quebradas, só lembranças nas memórias .
Minha irmã Laurita que xeretando no google descobriu o blog da Márcia(irmã da Marta) o moemadetantashistorias.blogspot.com e sem demora me informou e eu rapidamente entrei em contato com minha amiga  Marta,amiga de muitas conversas.. Agora depois de 40 anos nossas conversas voltaram, só que agora  conversamos sentados em frente da internet.O gozado de tudo isso é que as conversas são as mesmas o diferente são os corpos que os anos foram moldando. As conversas estão acompanhadas da ironia que a perspectiva da maturidade fornece.
.Essa vida  cheia de surpresas fez com que o destino trouxesse a Mainah (filha da minha amiga Marta)para estudar em Toulouse(França) perto de Barcelona. A Mainah teve uns dias de folga e  veio para Barcelona nos conhecer.
Moema não poderia deixar de ter embaixadora  melhor uma pessoa afável,agradável,simpática e muito curiosa da vida.
Barcelona esteve encantada de ter um pedacinho de Moema, a capital de Catalunya mostrou à Moema os lugares que fizeram essa cidade ser conhecida no mundo.
Logo  teremos a visita da  Mayra(a outra filha da Marta) e, novamente a Mainah . Barcelona espera as duas com os braços abertos.



                                           
         
                                Dragão Parque Guell do Arquiteto Gaudi
                                           Mainah
                                
                                                                             Santiago e Mainah
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Catedral de Barcelona: Nádia, Maria e Mainah
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Igreja Sagrada Família Gaudi: Nádia e Mainah
Maria, Mainah e Nádia
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Palácio Real Montjuic: Mainah, Santiago ,Nádia e Maria
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Saboreando  tapas  e paella
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Mainah e Maria


texto e fotos de : Santiago Fernández(Santi) de Barcelona
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Obrigada Santi pelo texto e pelas fotos tão lindas. Dá para imaginar um pouco  a beleza dessa Catedral de Barcelona e da Igreja Sagrada Familia Gaudi

Márcia Ovando
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deve ter sido um emocionante encontro e essa pella é de dar  água na boca

Maria Helena
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A única lembrança que tenho dele é que o cara era um craque em aeromodelismo.

                                                                      Pedro Luiz Trevisan

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Bons amigos são para sempsre mesmo que durante muitos anos não conivam mas quando essa amizade revive é como se o tempo nõa tivesse passado. Tenho certeza que agora vocês não  vão mais querer perder essas conversas e muito menos deixar para outro dia. O tempo não pára.

Therezinha
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Você não imagina minha alegria!!! Agora nunca vamos nos perder e nossas conversas já estão em dia só falta o nosso reencontro com  direito a abraços apertadinhos e com certeza muito choro de felicidade!!Obrigada pelo carinho para com a minha Mainah, ela adorou vocês. Tucha.

Marta Ovando Obara

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sexta-feira, 14 de março de 2014

Tecnovisao




                                                                   
                                               
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quinta-feira, 13 de março de 2014

Paulo Goulart


Paulo Goulart e Nicette Bruno em 1952

Paulo Goulart  09\01\1933
                     *13\03\2014

domingo, 9 de março de 2014

De Moema para Barcelona



Crescemos e cultivamos nossa amizade em Moema, eu Laura, meu irmão Santiago e nossa vizinha Marta e toda a força dos nossos vínculos amorosos e generosos, dez com que a história se repetisse, porém em Barcelona, pois a nossa segunda geração se encontrou , a Mainah filha da Marta com a Nádia filha do Santi e a Jana minha filha.
Foi a maior prova de que as histórias podem se repetir através dos tempos...

Laura Fernandez (Laurita)


                         Nádia,  Mainah e  Jana  passeando  por Barcelona!                    
                                                                 
                                                     
                                                                             

                                                                               


                                                                               

sexta-feira, 7 de março de 2014

Dia da Mulher






"  É   próprio da mulher o sorriso que nada promete e permite tudo imaginar"

                                                                  Carlos Drummond de Andrade

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

A primeira bicicleta a gente nunca esquece!







                                                                       

A minha primeira bike 
 Fernando Brandão de Carvalho


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 Sierger marca alemã anos 60

 
Caloi arco duplo aro 26 anos 60

Narvik marca portuguesa anos 60

Monark anos 60
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A minha bicicleta

A minha bicileta
só tem dois pedais
mas se monto nela...
não tem dois, tem mais!

A minha bicicleta
tem um guiador 
quando monto nela...
...sou aviador

No jardim onde ando
não vejo um canteiro...
sou aviador,
vejo o mundo inteiro

Voo mesmo a sério!...

Por cima das árvores
(não toco no chão)
voo mesmo a sério
vou de avião...

A minha bicicleta também tem selim
mas eu nem me sento
gosto mais assim:

Pedalo em pé

dá mais rapidez
a minha bicicleta
é o que tu vês:

É um avião,
pois eu não te digo?!

Da próxima vez...

Da próxima vez
levo-te comigo?

poeta e escritor português: Fernando Miguel Bernardes

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Quando mudamos para Moema descobrimos um bairro para brincar e jogar, as ruas eram as prolongações dos nossos quintais. Abriu-se para mim um mundo sem horizontes.Os meus pais vendo a liberdade que podiamos ter compraram para mim  e minha irmã duas bicicletas Caloi. Foi então que comecei a descobrir caminhos novos, alguns difícieis para a minha Caloi de três marchas andava por todos os lados até passava pelo riozinho com água, hoje a Avenida dos Bandeirantes, as ruas Catuiçara, Pavão, Irauna, Gaivota, Ilamônia ficavam pequenas. Foi quando comecei a explorar o outro lado da Avenida dos Bandeirantes até a Avenida República do Líbano..
Com o tempo a bicicleta ficou  velha  e eu tinha 16 anos e achei que precisava uma melhor, comprei um motor de 25 Cm cúbicos fiz a adaptação na garagem da minha casa. Posso dizer que comecei a conhecer novos espaços cada vez mais longes, certo que o problema de levar  um motor adaptado, tinha problemas cada  dez minutos, mas eu conseguia  arrumar. Um dia na rua Jurupis parei na frente de um mecânico e pedi ajuda, pois o motor não funcionava bem pela "vela" como boa pessoa de Moema êle me  ajudou e quando me despedi disse: "estás começando a sofrer muito jovem", não entendi nada eu era o menino mais feliz do mundo com a minha bicicleta motorizada, barulhenta e com cheiro de gazolina.

Santiago Fernandez\ Santi\ diretamente da Espanha

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Não sei quantos anos tinha quando ganhei  minha bicicleta uma Merk Suisse, verdinha e toda imponente... mas para andar fizemos exame de ciclista para temos a cartinha é lógico que era de brincadeira,mas tivemos que subir em rampas, andar sem as mãos, ultrpassar obstáculos, andar de zig zag nos cones, estacionar e frear na  hora certinha. Puxa era um sufoco danado, mas finalmente recebíamos o nosso passaporte para a liberdade, uma cartinha feita de papel alumini de lata de leite  Ninho que era escrito com canetinha... e lá íamos alucinados e felizes  pedalando pelo nosso bairro!! Que saudade...

Marta Ovando Obara
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Nossa Martucha que bacana  eu não me lembrava disso, realmente deve ter sido uma curtição.(Márcia Ovando)
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O ano devia ser 1951 ou 52, ainda não frequentava a escola. Meu tio Luiz - aquele que morava na em Moema, na Alameda dos Arapanés, e me colocava na moto para fotografar- trabalhava na Caloi, no Brooklin e, com o consentimento de  chefe - trazia para casa peças com pequenos defeitos e assim, montou uma bicicleta adequada ao meu tamanho. Tinha 6 ou 7 anos e essa foi a minha primeira bicicleta.
A alegria só não era completa por um simples detalhe: a bike não tinha pneus,nem freios,mas isso não era obstáculo para minhas aventuras.
Aos sábados ia com o meu pai passear na Cidade Monções,nas imediações da Hípica Paulista, conforme o Google, a quase 5 km de casa.uau!
Naquele tempo o DAEE abria as valetas para os canos da água e o bairro estava todo esburacado. Meu pai ia à frente e eu fazia o que podia para acompanhá-lo, patinando com a roda a seco naquela revolta da borda do buraco e de repente,vapt! Escorreguei. Cai com a  bicicleta e tudo dentro do buraco. A valeta era estreita e fiquei exatamente  como estava: sentada no selim e com os pés nos pedais.Foi uma dificuldade sair da bicicleta e entregá-la ao meu pai, que a essas alturas, estava deitado no chão, com meio corpo dentro do buraco.Nada demais aconteceu.
Um pouco mais velha, dava minhas voltas no quarteiraõ,sozinha, livre! Era delicioso ir pelo lado com menos declive e voltar pelo ladeirão da Rua Platina. A bicicleta já estava um pouco pequena para mim, que sempre fui  muito alta para a idade, assim como dizia a minha mãe, eu parecia um camelo, curvada sobre os guidões e foi assim com a cara me precedendo que certo dia perdi a direção e subi na pilha de tijolos em frnte de casa, deixando a bicicleta para traz e aterrisando de queixo  no topo da pilha.
Explicando: a pilha de tijolos estava organizada em degraus.Meu avô arrumava assim, para evitar que ela desmoronasse e machucasse as crianças, então com a velocidade que vim, foi fácil subir com a bicicleta o primeiro lance e me esparramar depois.
Hematomas à parte- eu parecia um moleque, como dizia minha  pernóstica tia avó professora- aquela minha primeira bicicleta me proporcionou muitos bons momentos na infância.

eu na moto do meu tio Luiz em frente a  casa dos meus avós paternos Luiz e Deolinda Walder na  Alameda dos Arapanés esquina  com a Avenida Macuco.

Lidia Walder

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Nossa, se me lembro e quanto!... Tinhamos 2 lá em casa. Uma para os meninos com esse cano abaixo do selim e outra para as meninas sem o cano. Éramos 6 meninas e como a fila  para usar a bicicleta era grande, usávamos a dos meninos, pois eles eram só 3...Bons tempos.

Bernadete Pedroso

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Claro tinha uma Goerich amarela com degrede laranja. Vários e vários tombos, alguns com pequenas fraturas.

Pedrinho Pinto da Silva

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Eu não tinha,mas me lembro de um tombo com uns 10 anos de idade, quando aguardava o taxi que meu pai chamou, para irmos até a Estação Rodoviária, e eu fui dar uma volta no selim de minha amiga Ivone e quando vimos que o carro já estava em minha casa, ela se assustou, correu e brecou, caimos.Ela, a bicileta e Eu. Lavei o machucado e ainda levei umas belas palmadas. Isso foi na antiga rua Tico-Tico, hoje Ministro Gabriel de Rezende Passos, em Moema.

Marilia Machado César Décourt
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Nossa viajei no tempo...! Lembro que tínhamos uma inglêsa Phillips, pneu balão, com farol a dínamo, lembro também que colocávamos cartas de baralho, ou papelão para fazer barulho nos raios, ou mesmo a latinha de extrato de tomate "Elefante", com um  fio esticado para imitar uma "sirene" ou algo parecido....,puxa que infância criativa tivemos, heim?! E saudável! Matávamos aula sim, mas para ir até interlagos de "magrela" ou até o aeroporto, junto a cabeceira da pista no famoso  'XADRÊS"...., o Pedrinho deve lembrar de várias aventuras....

João Arthur Matta Martins

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Relação de amor e dor com a minha primeira bici... tentativa e erro o tempo todo; não conseguia equilibrio e tinha dificuldade em usar o breque!!! haha

Dora Carvalho

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Não tive bicicleta na minha infância aí em Sampa. Só fui ter uma aqui em Catalão. As poucas vezes que pedalei por Moema foi na bicicleta de um amigo.

Sylvio Neto Lorenzi

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Também não tive bicicleta, tempos dificieis e o dinheiro do pai não sobrava para uma bicicleta. Mas eu tive duas amiguinhas a Maria Clara e a Lidia que sempre  emprestavam as suas bicletas e até quando a Maria Clara viajava de férias para a casa do vó no interior ela deixava a sua bicicleta em casa para eu usar.Boas amigas que me trazem recordações boas.
Maria do Céu

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a minha primeira bike foi uma Ceci com cestinha. Amei e por muito tempo dsfilei pelas ruas do bairro e dos bairros próximos feliz da vida.

Maria Cecilia
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Lembro sim...Na verdade,era a do meu irmão e eu sempre pedalava. Compartilhávamos a mesma bicicleta.
Eu adoro pedalar. Hoje tenho a minha bike e pedalo no jardim da orla, aqui em Praia Grande.
Adoooooro!

Sonia Astrauskas

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Se lembro...tinha freio no pé. MONARK COR VERDE ARO 26.

Pedro Luiz Trevisan

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Me lembro sim Marcia, andava feito uma doidinha nel, adorava!

Eliana Moretti Bueno

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Nossa! Foi  um presente de mnatal que me deixou muito feliz!!! Era vermelha e branca e foi nela que aprendi a andar de bike!!! Foi no natal de 1967 e meus irmãos tb ganharam bicicletas!!!Època feliz!!! A bike me dava sensação de liberdade!!!

Mariângela Miller Moreira Porto
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Até para andar de bicicleta era preciso permissão dos pais. Aprendi pedalar com meus irmãos.

Neusa Bertolini
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Lembro que tive só adulto. Meu pai não queria. Andava nas dos meus amigos(Arthur e Alex).

Luiz Rinaldi Neto
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Ganhei a minha  bicilceta no meu aniversário de  13 anos. Linda toda reluzente amarela e prata. Foi o melhor presente que ganhei .

Maria Lucia

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Santiago... me lembro da sua barulhentíssima... assim comolembro a da Laurita... ela levava a gene no guidon...kkkkkkk a minha era uma caloi gt.... ganhei não... comprei, com 10 anos, eu e meu pai fizemos uma música pro festival de carnaval da Record...e ganhamos! ai ele me deu, de prêmio a minha caloi kkkkkk ganhei o mundo!

Regina Cordovil
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A minha primeira bicicleta( compartilhada com meus irmãos) foi uma Phillips, inglesa, da década de 40(ganhamos a magrela lá por 1961,62...), que meu pai comprou de um amigo e mandou reformar. Ela pesava uma tonelada, não tinha marchas, mas eu me diverti muito com ela, durante alguns anos. Meus irmãos ganharam bicicletas novas e eu fiquei com a velha phillips de aro 28, enorme para um moleque de 11 anos, como eu era....

Ronaldo  Lippi
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Nunca tive uma bicicleta pra chamar de minha.

Mas usava a que minha mãe ganhou de meu pai.


Uma Rabeneick alemã, preta com frisos dourados feitos a mão.Provavelmente entre os anos 55/56/57
Uma tela de filó, cobria as rodas traseiras para segurança de criança que fosse transportada na garupa.
O selim era de couro natural armado sobre molas,com a estampa do nome.
Uma enorme bomba de ar em aço e cabo de madeira,vinha fixada no tubo inferior.
Na parte inferior do bagageiro haviam duas gavetas,que deslizavam longitudinalmente.Grafadas com o emblema e em metal claro.
Numa,ferramentas e pano de limpeza.
Na outra local para guardar luvas.
Pequena tranca circular, impedia a movimentação da bicicleta,travando as rodas ao corpo da mesma.
Só se abria mediante uso de chaves.
Um vistoso emblema por sobre o para-lamas dianteiro em forma de pássaro e outro no no tubo de direção.
Na traseira disco reflexivo vermelho.
Um farol dianteiro movido a dínamo,era afixado na roda dianteira.Este era seu sistema de iluminação.
O freios com sistema de varão,agiam sobre as rodas por intermédio de sapatas de borracha.Pneus de passeio com aro 720 em rodas de raios cromados.
Enfim,....uma maquina incrível .

Usei muito esta bcicleta até com "rachas" com os amigos que usavam Monark e Calói.




As fotos não representam a Rabeneick da Dona Hilda,pois não as encontrei.
Mas são parecidas.




                                                                           
Sistema de freio por varões

                                                                           

Um dos emblemas da Rabeneick

                                                                         

Este ficava no para-lama traseiro e o tubo de direção

                                                    
                                                             Marco Otavio Baruffaldi

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Foi muito dificil eu aprender andar de bicicleta porque sempre tive muito medo. Eu já estava moça quando conseguir sair pedalando sozinha. Aproveitei muito o banco de carona de minhas amigas e lembro de cada passeio que fiz sentada na  garupa da bicicleta das amigas.

                                                         Clotilde Maria

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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Rubem Alves




"Na saudade descobrimos que pedaços de nós já ficaram para trás.

E descobrimos, na saudade, uma coisa estranha:   desejamos encontrar ,  no futuro  aquilo que  já

experimentamos com alegria, no passado.

Só podemos amar  o que um dia tivemos".


Rubem Alves

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Alameda Iraé






                                                             

Anita Lippi, mãe do Ronado Lippi,  Alameda Iraé, ano 1947

domingo, 26 de janeiro de 2014

Rua Catuiçara, 41





                                           Convite   da   festa de  15 anos de  Maria Regina Cordovil




                                                                             

enviado por Dora  Carvaho

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Na Alameda dos Aicás




Ida e Kika, obrigada pelo carinho!


Fico feliz em saber que "pessoinhas" de  mãos tão habilidosas que com agulhas e linhas fazem trabalhos tão

lindos agora terão oportunidade de passear pelas histórias ,fotos e relatos do moemadetantashistorias.


Meninas...muitos abraços  bem apertadinhos!

Márcia




                                                                             

A foto aérea é do inico dos anos 70. A avenida que corta a foto é a Rubem Berta.
Moema está à direita, reparou? Sem nenhum prédio de apartamentos! À esquerda, o Planalto Paulista, ainda com muitas ruas de terra e o córrego Paraguai no canto inferior , que depois foi canalizado, e é onde existe a Avenida José maria Witaker. Até o Ateliê Ida e Kika, que ainda nem sonhava em ser ateliê também está na foto, lá longe.



Alameda dos Aicás, 1198  Moema
55369657\35869657
atelie@idaekika.com.br








sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Grupo Escolar César Martinez




                                                               

Deborah,Sueli, Renata, Alzira, Silvia Helena, Renata e .........................e a professora Lidia

Grupo Escolar César Martinez, ano 1968

Telma Cinquetti

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Quanta gente bonita! gostei muito

Aparecida Dias
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Todos tão arrumadinho e sem TENIS: sapatinhos engraxados
Dirce
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 Assim se vestiam os estudantes: uniforme impecável, sapatos engraxados..que duravam o ano todo!
Márcia Ovando

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Boa tarde, Marcia

só hoje vi sua carinhosa mensg sabe tenho realmente mta saudade do meu tempo de Moema, morei na Jamaris, 537   20 anos e a escola era maravilhosa encontrei vários amigos de lá p\face adoraria um dia poder abraçar a todos do meu tempo, estou na foto da escola na segunda fileira meio de lado e com uma franja, meus irmãos eram muito conhecidos um deles era conhecido como Zuppa e o outro era o Carlinhos que também esstudava na mesma ecola mas as classes eram mistas, realmente tudo muito diferente mas alegre e saudável  um  tempo realmente mto. bom, eu criei  um grupo no face que se chama Moema tempo mto. bom, dá 1 olhadinha vai ver mta. gente

um grande abraço

Rosana Zuppo

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terça-feira, 14 de janeiro de 2014

SEGURANÇA NAS PISCINAS





             PETIÇÃO  ON LINE POR SEGURANÇA NAS PISCINAS.


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domingo, 12 de janeiro de 2014

Rua Lavandisca, feira de domingo





                                                                 

Feira de domingo na Rua Lavandisca, barraca do Sakai

As melhores flores de Moema

Fernando Carvalho 

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

.... palavras carinhosas!




Nooooosaaa! Que fotos! Me remeteram a um passado distante...quantas lembranças! Você é muito especial!Mai, por sua iniciativa!Faz e fará muitas pessoas felizes com os resgates! Parabéns!

João Arthur Matta Martins
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como é bom palavras carinhosas, bjs João Arthur

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Mai , já escrevi algumas vezes e escrevo novamente que este seu blog é  encantador, trás lembranças, acontecimentos tão especiais de nossas fotos, sou uma fãzona do seu blog! bjs bjs

Cristina

Irany Cabral de Carvalho


Parabéns Dona IRANY  CABRAL CARVALHO: muita saúde e muito amor sempre desses seus filhos tão queridos, de todos os seus amigos e de seus familiares!


                                                                 

Agora os preparativos parea receber a família e os amigos de minha mãe que completa 94 anos hoje. Ela é uma força da natureza, produto original dos pampas gaúchos, uma beleza em nossas vidas!Feliz aniversário minha mãe. Saúde e prosperidade.  Didel


94...bem vividos! Um exemplo de coragem e determinação!!! Beijo, mãe.  Dorinha