quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Roberto Lippi e José Lippi





Uma das várias casas que meu avô Roberto Lippi construiu.(na foto ao lado direito, de gravata) e o seu irmão  José Lippi. Endereço que aparece na placa: Avenida Jandira,22
                                                                         

foto de: Mario Lippi

Ronaldo Lippi

sábado, 18 de outubro de 2014

Beto Coimbra ai está nossa maluca estória!



          1. Era uma tarde do ano de 1969 e após as aulas no Grupo Escolar Napoleão de Carvalho Freire, eu e o Beto, com minha Caloi dobrável, passeávamos pelas ruas do bairro, o Beto em pé no bagageiro gritando: corre, corre, corre. Eu magrinho naquela época, tinha que pedalar de pé para conseguir um pouco mais de velocidade. Percorríamos as ruas perto de nossas casas, eu morava na José Cândido de Souza e ele na Embaixador Ribeiro Couto. Estávamos envoltos naquela sensação de liberdade e coragem por podermos andar sozinhos. Sim, o bairro de Moema permitia que dois meninos de 9 anos fizessem isso. 
Chegando na minha casa, havia uma rampa em declive para chegar na garagem, o Beto ainda socava o banco da bike e gritava: corre, corre, corre. Quando chegamos na garagem, havíamos atingido uma certa velocidade por causa da rampa e aí quem disse que consegui parar? Fomos arremessados por cima das caixas, da enceradeira, forte apache, autorama, enfim por cima das coisas que guardávamos naquela época. Após o susto inicial, percebi que entre mortos e feridos todos se salvaram. Ainda meio zonzo, qual não foi a minha surpresa quando notei que o Beto estava com um galo enorme acima do olho esquerdo e um tanto arroxeado. Caraca,quase desmaiei de susto imaginando que tivesse ferido mortalmente meu amigo. Corri para chamar minha mãe, claro porque nessa hora o corajoso menino já queria o colo da mamãe. Coitada, quase acabei com ela. Era uma jovem mamãe, um pouco inexperiente, só se lembrou de um costume popular emergencial, o de colocar um bife em cima do local atingido. Cara aquele bife deixou o negocio muito assustador. Após minha mãe verificar que aparentemente não haviam maiores danos precisávamos mostrar o estrago para D. Stella e Sr. Breno, pais do Beto, para verificarmos se deveriam ser tomadas outras providências. Poxa quase caí de costas na hora de contar o ocorrido para os pais dele. Graças a Deus Sr. Breno e D. Stella logo verificaram que não havia maiores danos e nos liberaram para brincar novamente. Depois daquele dia nunca mais deixei o Beto mandar eu correr com ele na garupa, até porque depois da pancada seria melhor eu seguir pela minha própria cabeça, afinal quem sabe se ele não havia ficado meio doidinho né? rsrs
Lá na casa de D. Stella e do Sr. Breno era uma delícia, uma casa térrea muito ampla, haviam muitas delas naquela época, onde hoje se constroem prédios para 50 famílias ou mais. Éramos generosamente recebidos pela D. Stella com sua alegria contagiante e pelo Sr. Breno com sua elegância tradicional. Lá jogávamos canastra após as aulas e nos divertíamos. Lá também ocorreu o meu primeiro bailinho, a primeira paixão, sim porque a irmã do Beto, a Telinha, cresceu e virou uma gatinha. Lá era um lugar mágico. Lembro até hoje que entramos escondidos no quarto do irmão mais velho do Beto, o Breninho, para espiarmos um pôster psicodélico que ele trouxe dos EUA retratando o Pato Donald dando um assanhado amasso na Margarida, uau!
Tive uma adolescência coroada pela generosidade daquela família.
A casa da D. Stella é tão mágica que nos transporta no tempo.
Deus abençoou D. Stella com essa família linda. Muito obrigado por tudo família Coimbra.
Um beijo a todos.
Edi.

Edmundo Calio

segunda-feira, 13 de outubro de 2014





                        Parabéns pelo blog sobre Moema você não tem noção como é bom ficar lendo as histórias do bairro para mim que moro longe aqui em  Santa Catarina (Jaraguá do Sul) meus queridos pais ainda moram em Moema (Jacira pertinho da Paul Harris) e foi o bairro que cresci e ajudei a construir pois fui professor de Geografia no LEP\LUZWELL na Rua Chibarás hoje já não existe mais.
Fica aqui o meu cordial parabéns pelo fantástico blog!

                                                                           Alexandre Macedo Pinto

domingo, 12 de outubro de 2014

Alamaeda Iraé





                                                                       

Minha avó Ida com uma conhecida em sua casa na Alameda Iraé, em 1946
Ronaldo Lippi

foto tirada por: Mario Lippi

domingo, 5 de outubro de 2014

Os Castellani







                                                                       



Os meninos de Moema : Marcio Castellani , seus irmãos Marcus e Persio com  a  Belinha,cachorrinha basset , visitando a vovó que morava bem perto do Museu do Ipiranga,em 1957

domingo, 28 de setembro de 2014

O bonde

                                                                       

O bonde fechado era chamado de camarão, talvez pela cor vermelha que apresentava.
A linha do bonde passava por Moema vindo do centro da cidade, passava pela Vila Mariana e se dirigia para Santo Amaro. Usei essa linha inúmeras vezes, indo para os dois destinos. No centro o destino era a Praça João Mendes. Na realidade o ponto ficava na esquina das ruas Dr Rodrigo Silva e Rua Álvares Machado, enquanto esperava o bonde para voltar para casa costumava comer um pastel delicioso em uma pastelaria que havia por ali.
No sentido contrário tomei o bonde inúmeras vezes para ir ao Largo Treze em Santo Amaro. Eu estudei o ginásio e colegial em um colégio na estrada de Itapecerica (IAE – Instituto Adventista de Ensino) e ia até o Largo Treze para tomar um ônibus até o Capão redondo, diariamente. E fazia o caminho de volta. Eu sabia de cor o nome de todas as paradas do bonde de Moema até Santo Amaro. A primeira parada era a de Indianópolis, que era chamada de balão do bonde. Alguns bondes que vinham do centro iam apenas até essa parada e faziam ali o retorno. Em 1968, comecei a ir de ônibus escolar, então parei de ir de bonde, mas no último dia de circulação do bonde (27 de março de 1968), fiz questão de descer em Santo Amaro e ir de bonde até minha casa.
O bonde era muito presente na vida do bairro e dos estudantes. Lembro-me de deixar moedas no trilho do bonde para que o bonde ao passar, amassasse a moeda. Tenho uma moeda guardada ainda, amassada dessa forma. Outra coisa que eu gostava de aprontar e muitos outros meninos também era pegar uma das pedras existentes ao lado dos trilhos e colocar em cima do trilho. O bonde quando passava espatifava a pedra e soltava muita faísca. Diziam que era perigoso e que poderia até descarrilar o bonde. Espatifei muitas pedras, mas nunca consegui descarrilar nenhum bonde...
Uma brincadeira muito comum na Alameda Iraé era empinar papagaios. Eu fazia muito bem o “peixinho”, só duas varetinhas cruzadas e usava a linha 24 para empinar, cheguei a soltar um com seis carreteis inteiros, praticamente não dava para ver o papagaio, apenas sentia pela tração na linha. Outro papagaio muito comum na época era o “maranhão”, era feito com três varetas, mas esse eu não sabia fazer bem, mas tinha vontade de ter um.
Morava ao lado da linha do bonde entre as avenidas Chibarás e Açocê, um rapaz de chamado de “Carioca”. Uma vez juntei todo o meu dinheiro e comprei um Maranhão por cinquenta cruzeiros. E fui feliz soltar o papagaio. O Álvaro, filho da Dona do Bazar Ana Maria, fez uma proposta de brincadeira, de fazer um papagaio pegar o outro. Aceitei, mas um enroscou noutro e os dois caíram em algum lugar que eu nunca descobri. Perdi o tão sonhado papagaio no primeiro dia. Fiquei sem...
Outra coisa que começava a aparecer (pelo menos para mim), o cerol, era uma linha com cacos de vidro, finamente moídos. Dava trabalho fazer, colocavam-se cacos de vidro dentro de uma lata de óleo, e se martelava durante um bom tempo, até conseguir um pó de vidro suficientemente fino para colar na linha. Como a criatividade era grande, alguém descobriu que essa lata ao ser colocada sobre o trilho do bonde seria amassada por ele e...num instante, como um passe de mágica ... pozinho fininho de vidro ... Quantas latas aqueles bondes amassaram.


Ruy Ernesto N. Schwantes

sexta-feira, 12 de setembro de 2014







               ...vou até Pasárgada....volto logo, assim espero!




                                                                   

domingo, 7 de setembro de 2014

Reencontro em Moema



                                                                         
                                                                       
                     Rua  Embaixador Ribeiro Couto,132...um dia Rua Olivia!



Deixar um país e sempre difícil, deixar o bairro de Moema onde passei a minha juventude com os meus amigos e ainda mais difícil, e deixar outra vez Moema depois do reencontro de amigos e uma prova quase insuperável a não ser que um sabe que serão amigos para o resto da tua vida.
Fazia 44 anos que tinha ido embora para a Espanha, por causa desse blog que relembrou o tempo que passei aquie da minha amiga Marta, decidi mostrar a minha família o bairro de adoção que tanto me deu, eparte do que sou agoradevo a ele a as minhas amizades.
Tenho que dizer que não imaginava um reencontro tão emocionante, os meus amigos e os da minha irmã, fizeram uma festa surpresa que não esperava. Os culpáveis foram:Mayra, Marta, Kazumi, Marcia, Regina, Domingo, Claudia, Malu, Sueli,Ruda, Cristina, Fernanda, Vivo, João Arthur, etc. parecia que os 44 anos não existiram, se não fosse porque os nossos corpos delatavam a realidade do passo da vida.
Foi ainda mais bonito já que nos reencontramos com as nossas famílias, foi nesse momento quando os meus filhos Pol,Nádiae a minha mulher Maria perceberam o sentimento de carinho dos amigos de Moema, ficaram realmente impressionados com o acolhimento dessa turma inolvidável.
Tenho que agradecer a Diretora de escola EMEI Professor Ignácio Henrique Romeiro na Praça Paul Harris Sra. UgneDavini e também agradece a Ana Paula pela ajuda. O bairro continua tendo pessoas maravilhosas.....
A minha intenção era visitar por ultima vez a minha pracinha e as ruas onde brinquei durante 13 anos, e despedir-me para sempre daquela juventude maravilhosa na Rua Embaixador Ribeiro Couto casa nº 132(antiga Rua Olivia), no foi possível tomar essa decisão, agora ficou acordado que voltaremos para manter essa amizade que nunca se perdeu, com os amigos e Moema.

Santi da Rua Olivia \Santiago Fernández\ Barcelona


                                                       A nova geração


Maria, Pol, Nadia e eu















Altivo,Antonio,mJuan,Fernanda e Laurita           





João Arthur  e  Suely


Laurita e Rui Dupra


Ruda, Birds e Suely            


Regina, Laurita, Suely e Carmen Gama


João Arthur, Rudá e Rui Rudá










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Santiago fiquei muito contente em rever você e conhecer a Maria, Pol e Nádia.  Tentei imaginar de leve a sua emoção em  pisar em solo brasileiro, rever sua Rua  Olivia , Moema e seus amigos. Momentos que, certamente, ficarão para sempre em seu coração. Espero que o Brasil tenha sido amigo e hospitaleiro com todos vocês.
Desde que postei suas fotos e seu texto aqui no blog ,dia 07 de setembro, até o dia de hoje  09 de setembro, o blog recebeu 180 visitas, olha só que maravilha! Lastimável  é que as pessoas não deixam comentários.Talvez falta de hábito... Acho muito estranho, pois sou fiel leitora de alguns blogs e  curto  fazer comentários em todos êles.
Santi receba daqui deste moemadetantashistorias o meu grande abraço!

                                       Márcia Ovando
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Que  presente maravilhoso foi rever amigos tão queridos e especiais e ainda conhecer as suas famílias! Sensacional! É muita emoção! E o reencontro começou aqui, neste blog. Um espaço agregador administrado com tanto carinho. A amizade que cultivamos na infância continua firme e forte, e agora multiplicou-se. Que coisa mais linda podermos nos abraçar e compartilhar esses momentos com nossos filhos. 
                          Suely

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quarta-feira, 3 de setembro de 2014



              Para  quem gosta de bordar!
             
           

                                                                       

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Arturo Ianni






ARTURO IANNI,  uma estrela no céu. Amigo de uma   época   boa demais, de dias alegres na Escola Estadual Alberto Levy e das ruas de Moema.
Nossos encontros Levyanos não mais serão os mesmos!

Márcia Ovando




sábado, 30 de agosto de 2014

Ronnie Cord




                                                                   
                  Antonio Aguillar  e os irmãos  Norman e Ronnie Cord
Como cantavam esses meninos! E quando o Júnior ( o outro irmão) se juntava aos dois  dai o trio  ficava uma beleza., era uma festa só!
 Márcia Ovando
foto:facebook jovem guarda a brasa continua acesa


Meus amigos da adolescência e juventude dos anos Dourados. Nós éramos um grupo muito unido. Eu e o Norman compusemos algumas músicas e cantavamos juntos.Somos amigos até hoje!
                                                                                  Nilton Ramos


Ronnie Cord tinha uma voz doce e olhos lindos.
                                                                        Therezinha

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Moema e recordações



Fui morar em Moema com dois anos de idade, em 1955.

A casa em que morei ficava na Alameda Iraé, 200 (a numeração hoje em dia não é a mesma...). Era quase

esquina da Avenida Chibarás. O calçamento de paralelepípedo. Na foto estou trepado no portão ao lado de

minha mãe e meus irmãos, em foto de agosto de 1957.

 Conforme lembranças de criança, ali na casa ao lado (a

                   casa de esquina) havia sido cometido um crime
                                                                                                                     
bárbaro. Os pais saíram de casa deixando um bebê com
                                                                                                                     
Minha mãe , meus irmãos e eu  no portão de casa em 1957

a empregada. Ao voltarem, a empregada havia ficado
                                                                               
louca e preparado a criança assada. Os pais colocaram

a casa à venda, mas não conseguiram vender, então

dividiram o grande terreno em três. Construíram duas

casas novas que foram vendidas, e a casa original

demorou ainda a ser vendida, mas foi vendida por uma

ninharia, já que ninguém queria morar lá. Era uma família bastante grande que morava lá. Os pais, filhos

casados e netos. As festas juninas que faziam eram ótimas. Todo ano na festa de São João íamos lá e

ganhávamos caixa de biriba e bombinha daquelas fininhas, eu me divertia fazendo “bateria”, acendendo uma

porção de uma só vez. Também às vezes tinha fósforos de cor. Lembro uma vez que fiquei muito contente,

pois ganhei uma caixa de fósforos que queimavam com cor verde. Não era uma cor comum...

Meu pai alugou uma das casas, a da esquina de um lado e do outro lado morava a Glória, eu era muito

pequeno e não lembro nomes dos outros membros da família.

Na época, Moema era bem pequena, pelo menos era o que me diziam e eu não tinha como negar. Era limitado

pelas ruas: Avenida Ibirapuera, Avenida Indianópolis, Alameda dos Maracatins e Avenida Jandira.

Moema cresceu muito na década de 70, pois havia um sensor de poluição da CETESB por ali e era uma das

poucas regiões de São Paulo onde a poluição do ar era baixa. Com isso todos os lançamentos imobiliários

começaram a dizer que ficavam em Moema, e a pequena Moema se transformou na grande Moema que se vê

hoje.

Por falar em prédios, o único prédio que lembro existir no bairro naquela época era o prédio que fica na

esquina da Alameda dos Maracatins e a Avenida Moema. Ainda hoje por lá. Fui olhar pelo Google Street View,

e verifiquei que o meu arranha-céu tinha apenas sete andares. Como era diferente na minha visão de criança.

Mas voltando à Alameda Iraé, em frente de casa existia um terreno baldio, e ali se jogava muito lixo, não sei de

onde vinha, mas o que eu mais gostava é quando jogavam celuloide colorida. Um tipo de plástico. Eu recortava

e fazia mil e uma com aquele material, mas o que eu gostava mesmo era colocar fogo. As chamas eram fortes

e o material queimava muito rápido. Eu era (e ainda sou ...) um pouco piromaníaco... Acho lindo ver uma boa

fogueira.

Na esquina oposta à minha morava um veterinário, Dr Coelho, não tinha contato com ele, apenas com o filho

e brincamos muitas vezes na rua juntos. Uma vez ele me mostrou um animal que tinha em casa. Ele dizia que

era cruzamento de coelho e gato, eu acho que era um gato mesmo, mas tinha o quadril e pernas traseiras mais

parecidas com um coelho. Como poderia ser chamado? Galho ou Coeto????


                                                                    Ruy Ernesto N. Schwantes                        


















































sábado, 16 de agosto de 2014

Joan Sehn



João Cem.

A lembrança passou-me ofuscante diante dos olhos, como se um relâmpago explodisse.

Foi isto mesmo o que vi, na última vez em que estive no Joan Sehn, a velha choperia, conhecida pelos populares exaltados por seus chopes como “ João Cem”. Estávamos saindo dali. Noite chuvosa, e o porteiro abriu um grande guarda chuva para nos acompanhar até o carro. Foi então que o relâmpago estalou, cegante, como se tivesse acertado a ponteira do guarda chuva, ali mesmo. Saltamos para trás.

Não passou de susto, e próximo viria com a notícia: o venerando estabelecimento, mais antiga choperia de São Paulo, havia fechado.

Postada em Moema desde 1937, fora fundada por Joan Sehn, imigrante austríaco. Eu a conhecia de longa data, mas evidentemente curta diante de sua idade. Foi nos idos dos anos 60 que me levaram a provar seu belo chope e ótimas tabuas de frios. Era então bem simples, com paredes de madeira, quase um barracão.

Quando voltei, já era bem maior e sofisticada. Fomos ali muitas vezes. O que era facilitado pelo amplo estacionamento que tinha ao lado e o então tranquilo bairro. Muitas vezes um piano tornava ainda mais agradável o ambiente.

Na entrada, suas chopeiras e máquinas importadas de cortar frios, grande variedade destes e bons queijos. Um dos melhores pontos de Moema, famosa por suas churrascarias e cervejarias. Lembro-me de certa vez, no final de 1977, que minha agência de propaganda, quase vizinha, resolveu fazer sua festa ali.

Quando cheguei, os festejos já estavam em andamento, e o pessoal em grande alegria. Steinheger e chope fluíam adoidados. O diretor de atendimento, apesar de diabético, já estava mamado.  Só felicidade. E a festa estava só começando. Quando saiu de lá, depois de tomar muitas, nem conseguiu achar o local onde havia deixado o carro.

Não sei bem porquê toda essa festa fixa acabou. Logo depois da má notícia, tapumes anunciavam a construção de mais um lançamento imobiliário. Mais um espigão em Moema, levando às alturas seus andares e preços já hiper valorizados.

Faz tempo que não tomo um bom chope. Quando tomar, preciso lembrar de fazê-lo em memória da querida choperia.
                                                               Luiz Saidenberg

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Aos sábados meu pai e alguns amigos ai se reuniam para discutir politica, bebericar o bom chope e petiscar aqueles frios deliciosos! O velho e tão conhecido Joan Senh que durante anos reinou na Avenida Lavandisca,765\ Márcia Ovando

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Parece que durante 70 anos o Joan Sehn existiu em Moema, depois foi colocado no chão para dar espaço aos gigantes edificios. Bom chop, bons frios e atendimento impecável.
                                                                                                            Ana Maria
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Bons e alegres papos com amigos  tive por muito tempo no Joan Senh . E que chopp divino.
                                                                                                             Suzana Elda
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Eu ia lá todos os fins de semana. Ruth e eu chamávamos o lugar de "lá em casa". Hoje me considero um órfão do Joan Sehn.
                                                                                                              Ruy Villani
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domingo, 10 de agosto de 2014

Como vai, como vai....





                                                                           

Waldemar Seyssel, o Arrelia e Walter Seissel, o Pimentinha

Arrelia morava na Praça Coronel Fernandes de Lima esquina com a Rua Inhambu e  passava sempre pela Rua Olivia onde, praticamente, era a concentração da meninada do bairro e dai a bagunça se estabelecia. E todos cantavam:
Como vai, como vai, como vai?
Eu vou bem, muito bem...bem...bem...

O  CIRQUINHO DO ARRELIA  reinou na TV Record de 1955 a 1966



sábado, 2 de agosto de 2014

Jardim Escola Nova






                                                                               





Regina Cordovil, Laurita Fernández e Suely Horta, Jardim Escola Nova ( Avenida dos Eucaliptos), ano 1962




terça-feira, 29 de julho de 2014

O mistério da sacolinha azul



           Estudei no Jardim Escola Nova. Depois no Grupo Escolar Prof. Napoleão de Carvalho Freire. Era um bairro lindo. Próximo da nossa casa havia um Parque Infantil que caarinhosamente chamávamos de  Parquinho. Tenho na memória as crianças que ali estudavam passando com sua "sacolinha azul". Chegávamos a ter "inveja" daquela sacolinha. O que levavam nela? Não podiamos entrar no parquinho,mas nos finais de semana pulávamos o muro para brincar nos brinquedos daquelas crianças de sacolinha azul.Uma espécie de vingança... escorregador,balanço, gangorra, gira gira. Na nossa escola não tinha nada disso. Até que um dia nossa amiga vizinha Beatriz machucou feio o joelho com a ponta da madeira, assim paramos de ir.


 Maria Fernanda Ovando Mirabelli

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Por muitos anos êle foi simplesmente o Parquinho que acolheu muitas crianças do bairro. Um dia se tornou o EMEI Professor Ignácio Henrique Romão. Continua acolhendo a criançada no seu espaço repleto de brinquedos e salas de aula.Localização: Praça Paul Harris, 1639.Um espaço que vale a pena conhecer!
                                                                                                       Márcia Ovando

domingo, 15 de junho de 2014

Volto logo





                                                               

.... volto logo!

terça-feira, 3 de junho de 2014



              Rua Gaivota, 656
                                                               Oficina Knopp


                                                                             

O meu sogro Friederich Augusto Knopp trabalhou em sua  oficina na Rua Gaivota, até o ano de 1993 quando faleceu. A Oficina Knopp é da década de 50. Hoje no lugar da oficina está sendo construido um prédio.

Norberto Carlos Marquardt

domingo, 25 de maio de 2014



Dona Irany, querida moradora há anos de Moema, passeando pela Casa das Rosas

                                                                       







Dona Irany e Fernando

fotos de: Fernando Carvalho
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Casa das Rosas, Avenida Paulista, 37, construção de 1935
Casarão projetado por Francisco de Paula Ramos de Azevedo para moradia de uma de suas filhas.Até 1986  o imóvel  foi habitado, depois foi desapropriado pelo governo do Estado de São Paulo.Em 1991 foi inaugurado o espaço Casa das Rosas, recebeu esse nome porque possuia  um dos maiores e mais belos jardins de rosas da cidade. A partir de 2004 a Casa se tornou o Espaço  Haroldo de Campos de Poesia e Literatura.
Márcia Ovando
fonte: google  foto: google ( cidadearte.blogspot.com)

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Reencontros




      O blog Moema de tantas histórias tem me proporcionado muita alegria!! Imaginem reencontrar amigos, bons amigos por causa do blog? Pois é, há pouco reencontrei amigos que vivem em Barcelona e que há 43 anos não nos vemos. Em agosto finalmente vamos nos abraçar! Pode? E tem mais! No final de abril uma amiga da 2ª série do ginásio, lá vão 47 anos, viu o blog e me encontrou, não é preciso dizer que fiquei muito emocionada e feliz.Tínhamos perdido contato e agora já nos reencontramos, nos abraçamos, choramos e matamos um pouquinho a saudade!! Daqui pra frente é só contentamento, pois reencontrar verdadeiros amigos é uma dádiva que não tem preço! 
Beijos
Marta

segunda-feira, 12 de maio de 2014




Meninas da Embaixador!

Em Moema, as três gerações
                                                                             

Anna Francesca Wolf Bandeira, Marina Bandeira Klink e suas filhas Tamara, Laura e Marina

foto enviada: Marina Bandeira Klink

segunda-feira, 5 de maio de 2014




           Prá você, minha mãe



       

                                                                               
                                                                           



Palmas, as flores que enfeitavam nossa casa e que você tanto gostava.

Minha mãe, que falta você faz em minha vida.

Márcia Ovando

terça-feira, 29 de abril de 2014



Marta, Martinha, Tucha, Martucha minha irmã: 60  anos  só mesmo um ramalhete igual a esse!

Muito amor e alegria pela vida afora!

Parabéns!

                                                                   

quarta-feira, 23 de abril de 2014


Yedda de Mendonça Netto  comemorando o seu aniversário de 82 anos.
Fevereiro, Catalão


                                   Yedda com sua irmã Marlitt e sua prima Clóris                                  

     
                                         Yedda com seu neto Leandro                              


    Yedda com sua bisneta Isabela                                                                        

Yedda  por muitos anos morou na casa de número 33 na Rua  Normandia.Encantou todo o bairro com sua elegância, seu  sorriso ,seu carinho  e, principalmente com sua dedicação para com os amigos!


fotos de Sylvio Netto Lorenzi

Márcia Ovando

quinta-feira, 17 de abril de 2014


                                    GABRIEL GARCIA MARQUEZ

                                                                       

. 06 de março de 1928, Aldeia de Arataca , na Colombia
. 17 de abril de 2014, Cidade do México